sexta-feira, 4 de agosto de 2006

Pesquisa Ibope


Como mencionei no post anterior, segue aqui uma pesquisa:

Qual é o seu comportamento quando está em último na pontuação de um jogo e não há mais possibilidades de ganhar?

Contribuo com a primeira resposta (já não sou o último, portanto):

Depende das circunstâncias ou de como rolou o clima do jogo: se alguém me prejudicou, prejudicarei esta pessoa até o fim; se existe alguém disparado na frente passo a importuná-lo; opto por ações arriscadas ou engraçadas apenas pela diversão; testo tática já pensando em futuras partidas.

abs

Stein

Espécies



Olá meus caros tijoleiros

A foto ao lado é de Charles Darwin, retirada do site www.uvv.br/heliosantos

Recentemente na lista de discussão de jogos de tabuleiro foi iniciada uma discussão sobre posturas do último colocado (assunto para outro post) e, em meio a ela, começaram a se definir as espécies de jogadores que sentam ou pululam ao redor de uma mesa.

Como acho o assunto deveras interessante proponho que canda um lance aqui uma auto-definição e, se houver clima para tanto, até uma definição de seus colegas de tabuleiro (embora ache isso arriscado).



Começo, portanto, com a minha auto-definição:

gordinho camarada, competitivo, jogador rápido mas nem sempre inteligente, passional e confiável (jamais te trairei até jogar Diplomacia). E com um incrível azar nos dados e azar relativo nas cartas. Importante: se o Alfredo ou o Led estiverem na mesa preciso ficar a frente dele ou deles na pontuação final.

quarta-feira, 2 de agosto de 2006

Mudando de assunto...

Fotos extraídas do site http://www.boardgamegeek.com


Eu amo Ticket to Ride. É, definitivamente, um dos melhores. E ontem (terça) a partida foi ótima. Como a Tânia é a Schumacher dos trens, a disputa pelo segundo lugar é que fica emocionante. Eu, Dimitri e Chirol corriámos com nossos vagõeszinhos. Muito bom, muito tenso. Quem disse que jogo de tabueiro é só diversão? Nananinanão... É também muito nervoso.

Aliás, os joguinhos alemães são mestres em deixar seus jogadores tensos. Por que
será que eles, os alemães e seus descendentes, fazem joguinhos capazes de envelhecer a criatura mais calma do planeta? É a teoria Freudiana posta na prática dos tabuleiros. "O mal-estar da civilização dos jogadores de tabuleiro". O movimento não é suficiente para te deixar sossegada(o) por algumas rodadas. Nada garante (com exceção da Tânia, claro) que você permanecerá na posição... Isso é bom, claro. Sei disso. Se não fosse por isso, pelos movimentos curtos e escassos, os jogos seriam bancos imobiliários, jogos da vida para sempre. Deusmelivreguarde! Mas pegar apenas duas cartas OU colocar vagões; ter pouco dinheiro, enfim, essas regras miseráveis me deixam tensa... Mas, até que no final, chuto Freud para escanteio. E me sinto satisfeita depois de uma partida de Ticket.